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FeMa.
FeMa.

sábado, 13/09

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Anfiteatro

FeMa.

Os ingressos não estão à venda
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Horário e local

13/09/2025, 19:00 – 20:00

Anfiteatro, Estr. Nacional 8, 2460, Portugal

Detalhes

FeMa. – Diogo Félix (instagram: @fema_nasredes)

Concerto | FAAL’25 • 13 set • 19H00

Anfiteatro da Estalagem do Cruzeiro, Aljubarrota • Entrada livre


De Alcobaça para o mundo — FeMa., alter‑ego musical de Diogo Félix, é um projeto de auto-expressão sonora que se expande como uma árvore viva: cada canção cresce de forma orgânica e cinematográfica, construindo um imaginário em constante evolução. Um convite ao silêncio sensível, ao olhar atento — e à escuta de músicos que criam na interseção entre shoegaze, fado e folk celta, batizada pelo próprio como o estilo “Tugaze” festivalaporta.pt.


FeMa. deu os primeiros passos em 2021 com os singles “Darkest Night” e “May”, gravados no quarto e lançados por conta própria. No ano seguinte, estreou-se com o EP uma palavra chamada folha, cantado em inglês — um trabalho intimista, explorando o mundo interior e o autoconhecimento Casa do Comum do Bairro Altoineews.


Depois de um ano de pausa, em 2024 regressou com uma voz nova: o single “Vontade, vontadinha” trouxe uma estética visual maior, e o EP HOMNiA foi o resultado de uma travessia que olhou para fora — para o mundo contemporâneo, as ansiedades e a relação com a natureza — agora cantado em português, com instrumentos acústicos e eletrónicos entrelaçados ineewsCasa do Comum do Bairro Alto.

Em 2025, FeMa. lançou o single “Verde Mar” — um hino ambiental-poético que surge como promessa de renovação e urgência, confrontando-nos com destruição e esperança, terra e mar, tragédia e fuga rumo ao azul ineews. Este tema antecipa um álbum de estreia que amplia ainda mais a metáfora natural que habita o seu universo sonoro.


No dia 13 de setembro, no coração do Anfiteatro da Estalagem do Cruzeiro, FeMa. convida o público para uma experiência imersiva: um concerto em que a música não habita apenas os ouvidos, mas também as paisagens do pensamento — ecológicas e emocionais — num espaço aberto, sentido regressar às origens da paisagem natural. A entrada é livre: um momento de pausa, reflexão e poesia a nascer das vibrações do mundo e da imaginação de um artista que quer, acima de tudo, trazer-nos de volta à atenção plena.

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